Novo filme da Igreja Adventista "Libertos" será lançado em 2018


O filme fará parte das estratégias missionárias durante o período de Semana Santa 2018
Neste último domingo, 16, iniciaram as gravações de um novo média-metragem produzido pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, que será lançado em março do próximo ano, pouco antes da Semana Santa. A produção audiovisual, intitulada Libertos, tem locações na Floresta Amazônica, na região Norte do Brasil. Como aconteceu neste ano com o filme O Resgate: Salvação ao Extremo, o novo média-metragem fará parte das estratégias de promoção das ações missionárias da Igreja Adventista neste período em que muitos lembram do sacrifício de Cristo. O diretor geral do filme, Jefferson Nali, afirma que a nova produção será diferente da que foi destaque em 2017, apresentando uma outra linguagem, porém com o mesmo propósito de impactar vidas. Nali preferiu não adiantar detalhes do enredo, mas a história promete ser empolgante e levar a audiência à reflexão sobre a vida.

No sábado, 15, foi realizada a primeira reunião com todos os participantes da produção do filme. Na ocasião, o grupo pôde se conhecer e saber mais detalhes de como acontecerá todo o processo de gravações. Segundo a roteirista do filme, a jornalista Luciana Costa, para participar da produção, os atores profissionais tiveram de ler o livro História da Redenção e alguns capítulos do livro O Desejado de Todas as Nações. As obras, de autoria de Ellen White, apresentam importantes aspectos do plano redentor de Deus segundo a ótica bíblica, e fazem alusão ao ministério de Jesus Cristo em favor da humanidade.


“Os frutos do primeiro filme foram muito positivos, pois o filme impactou vidas de jovens e adultos, e a intenção foi passar a mensagem de alguém que deu a vida pela humanidade e de que não existe maior demonstração de amor. Então, agora, ao iniciarmos todo o processo de gravação do segundo, as expectativas são as melhores possíveis”, afirma Nali. O filme O Resgate: Salvação ao Extremo garantiu, somente no canal do YouTube oficial da Igreja Adventista, mais de 600 mil visualizações na versão em português.

Comic-Con: A cultura Pop e a pregação do evangelho


A cultura Pop é o espelho da nova geração e precisamos aprender com ela

Mês de julho e a cidade americana de San Diego se transforma em Meca. Não pela peregrinação de islâmicos ante sua cidade sagrada, mas, sim, na movimentação de milhões de aficcionados (para não dizer até fanáticos) da cultura pop (ou nerd, ou geek… você escolhe). Neste mês ocorre a Comic-Con, convenção de entretenimento que é considerado o maior evento do gênero no mundo.

Andar na Comic-Con é como se você fosse transportado para um universo paralelo, onde personagens de histórias ganham vida, super-heróis andam lado a lado e atores que interpretam estes personagens são tratados como a encarnação real dos mesmos. A Comic-Con é uma celebração em uma semana do que aconteceu e acontecerá no cenário da cultura pop.

Essa tal cultura pop é arrebatadora para a geração atual. É a demonstração máxima de tudo o que é interessante para este público. E toda a indústria que está por trás do fomento a esta cultura a faz girar de forma primorosa. Como eles conseguem isso?

Gosto de fazer considerações sobre como poderíamos aprender com estes movimentos. Temos uma mensagem vibrante e importante, com membros preparados. Como atingir melhor ainda os membros dessa nova geração? Talvez a cultura pop nos mostre, em seus acertos, algumas possibilidades. Listei algumas características abaixo para que possamos refletir um pouco sobre o tema:

1) Identidade – palavra de ordem: membros da atual geração de jovens gostam de demonstrar a sua identidade a partir de grupos na qual participam. Nada mais visível que a identidade da cultura pop. Ela é demonstrada (orgulhosamente) pelo seu membro onde quer que ele esteja. Como alcançar isso com os jovens da igreja, para que este demonstre de forma altiva sua identidade?

2) A cultura pop valoriza fortemente o senso de pertencimento – eventos como a Comic-Con mostram como essa geração se apega fácil a grupos específicos e gosta de demonstrar seu pertencimento a estes grupos. Há um orgulho em pertencer a um grupo, para eles, tão especial. Como esta vontade de pertencer a grupos é intrínseca a esta geração, não poderíamos criar cada vez mais movimentos que valorizassem o senso de pertencimento a estes grupos especiais?

3) A vontade de “consumir” tudo o que tem a ver com cultura é enorme – o grupo geek/nerd é um dos que mais consomem e gastam dinheiro com tudo o que promove a sua identidade. Consomem e se sentem felizes com isso. Por que as vezes é tão difícil fazer com que se “compre” a ideia de um projeto ou programa na igreja?

4) Os movimentos são sagrados – tudo o que é criado dentro da perspectiva de eventos e programações da cultura pop ganha adesão rapidamente. No exemplo da Comic-Con, os ingressos se esgotam rapidamente, numa tendência que acontece em praticamente todos os movimentos. Outros exemplos não faltam e que poderiam nos ajudar a buscar adesão cada vez maior do nosso público em movimentos da igreja.

A cultura pop atual não é um modelo positivo em sua essência e conteúdo. Mas a forma com que ela é gerida, acompanhada e apresentada nos ensina muito. Como disse anteriormente, a cultura pop é o espelho da geração. Geração que está, inclusive, dentro da igreja, com opiniões fortes e posições se consolidando. Chegou o momento de entender melhor como a cabeça desta geração funciona e construirmos formas de fortalecer sua identidade espiritual, aumentar seu senso de pertencimento e, consequentemente, firmar seus propósitos.

Fábio Bérgamo (via Marcas & Marcas) (Título original: Pop cada vez mais pop)

PARA LER, OUVIR E VER MAIS


Site oficial da Comic-Con de San Diego – https://www.comic-con.org

Nova plataforma reúne mídias adventistas


Brasília, DF… [ASN] Já está no ar o Feliz 7 Play, um website que disponibiliza vídeos de conteúdo exclusivo adventista. De forma gratuita, os internautas têm acesso a filmes, clipes musicais, documentários e muito mais. E a cada sexta-feira, um novo conteúdo será disponibilizado. O lançamento desta semana será a série “Ao seu lado sempre”, uma iniciativa de adventistas no Rio de Janeiro. O enredo, composto por seis capítulos, mostra o lado revolucionário de escolher ter a presença de Jesus no dia a dia.
A ideia
O gerente de estratégias digitais da Igreja Adventista na América do Sul, Carlos Magalhães, conta que algumas pesquisas apontavam a necessidade de oferecer algo diferente na internet para o público adventista, principalmente no período do sábado – que compreende desde o pôr do sol da sexta-feira até pôr do sol do sábado. Então, por meio de um quiz envolvendo 10 mil adventistas de todo o país, o departamento percebeu que o público desejava ter acesso a filmes e clipes musicais durante as horas sabáticas. Surgiu, assim, a ideia de montar um site que reunisse esse tipo de material de forma simples e prática. “O nome Feliz 7 Play veio como uma forma de desejar um feliz sábado àqueles que acessarem o site”, explicou Carlos ao mencionar que o número 7 simboliza o sétimo dia, o sábado sagrado (Ex 20:8-11).
Além dos vídeos, clipes e animações, o público também tem a opção de conhecer mais da Bíblia solicitando estudos bíblicos ou atendimento espiritual. Em uma semana de funcionamento o site já havia registrado mais de 87 mil visitas. “Queremos reunir conteúdos que são criados por diferentes igrejas do Brasil e, às vezes, só ficam conhecidos naquela região”, afirma Carlos, revelando o objetivo de incentivar a produção de conteúdos para internet no meio adventista.  
Novos conteúdos
Por meio de parcerias com a TV Novo Tempo, Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp) e alguns Youtubers, o site  será alimentado com novos conteúdos todas as sextas-feiras, às sete horas da noite. “Nós reproduziremos alguns vídeos já existentes e também faremos materiais exclusivos para o site”, anuncia Carlos.
O coordenador da plataforma reforça que a participação do público é essencial para o bom andamento do serviço. Os internautas podem enviar sugestões de clipes musicais, filmes e conteúdos que gostariam de ver. Eles serão avaliados e, uma vez aprovados, farão parte do site. Para o dia 21 de julho, os internautas poderão curtir um clipe musical do casal Dilson e Débora, da Gravadora Novo Tempo. 

[Equipe ASN, Aline do Valle]

Nós vamos à igreja, ouvimos sermões… e como saímos de lá?


Semana após semana vamos à Igreja, ouvimos sermões… e como saímos de lá? É comum ouvir as pessoas orarem no início do culto pedindo a Deus “que saiamos daqui melhor do que chegamos”. Será que esse pedido se torna realidade?

Uma das formas que temos de encontrar resposta para essa pergunta é avaliando o teor de nossos pensamentos e conversas ao final do culto. Infelizmente, no pátio da Igreja, ao final do culto, ouvimos de tudo (futebol, moda, trabalho, política, etc.), mas pouco ouvimos de Jesus e de como a mensagem do dia transformou algo em nossas vidas. O mesmo acontece no caminho para casa, quando não raramente o que se fala acerca do culto está muito mais relacionado às pessoas que à mensagem.”Você viu a roupa do pregador?”, “Nossa, fulana cantou tão bem!”, “Fulano é sempre extremista”, e muitas outras falas são comuns a esse momento pós culto!

Infelizmente isso é reflexo de uma adoração deficiente e de rituais vazios. Pessoas entram e saem da Igreja e parecem não ter tido um encontro com Deus. Moisés se encontrava com Deus e o povo sequer podia olhar sua face, pois resplandecia. Nós vamos à igreja toda semana, mas nossos vizinhos não percebem diferença nenhuma em nós, as pessoas passam por nós na rua, e não fazem a menor ideia de que acabamos de sair da Casa de Deus. Isso me faz entender que há algo muito errado acontecendo!

Um episódio como esse aconteceu a cerca de 2000 anos atrás. Você conhece essa história, mas talvez nunca a tenha analisado por esse ângulo.
“E, regressando eles, terminados aqueles dias, ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o soube José, nem sua mãe.” (Lucas 2:43)
Você já parou para pensar na razão pela qual José e Maria esqueceram-se de Jesus? Já parou para pesquisar por que Jesus não seguiu viagem com seus pais?

O Espírito de Profecia nos explica muito bem o que aconteceu:
“Ao ser-Lhe Sua missão revelada no templo, Jesus Se esquivou ao contato da multidão. Desejava voltar de Jerusalém quietamente, com os que sabiam o segredo de Sua existência. Mediante a cerimônia pascoal, Deus estava procurando desviar Seu povo dos cuidados terrenos que tinham, e fazê-lo lembrar a maravilhosa obra que fizera em sua libertação do Egito. Desejava que vissem nessa obra uma promessa de libertação do pecado. Como o sangue do cordeiro morto protegera os lares de Israel, assim lhes salvaria a alma o sangue de Cristo; mas eles só se podiam salvar por meio de Cristo, apoderando-se, pela fé, de Sua vida, como sendo deles mesmos. Só havia virtude no simbólico cerimonial, ao serem os adoradores por ele dirigidos a Cristo como seu Salvador pessoal. Deus desejava que fossem levados a estudar a missão de Cristo, e sobre ela meditar com oração. Ao partirem de Jerusalém, as multidões, no entanto, o despertar da viagem e a comunicação social absorviam frequentemente a atenção deles, e era esquecido o cerimonial que acabavam de testemunhar. O Salvador não foi atraído para a companhia deles.” (O Desejado de Todas as Nações, p. 82)
Observe bem essa parte final: “Ao partirem de Jerusalém, as multidões, no entanto, o despertar da viagem e a comunicação social absorviam frequentemente a atenção deles, e era esquecido o cerimonial que acabavam de testemunhar.” As pessoas deveriam sair da Festa da Páscoa com o coração cheio de amor e gratidão por Aquele que haveria de morrer pelos seus pecados. Contudo, voltavam para seus lares alheios, sequer pensando em todo o simbolismo envolvido na festa.
“Se José e Maria houvessem firmado a mente em Deus, mediante meditação e oração, teriam avaliado a santidade do depósito que lhes era confiado, e não teriam perdido de vista a Jesus. Pela negligência de um dia perderam o Salvador; custou-lhes, porém, três dias de ansiosas buscas o tornar a encontrá-Lo. O mesmo quanto a nós; por conversas ociosas, por maledicência ou negligência da oração, podemos perder num dia a presença do Salvador, e talvez leve muitos dias de dolorosa busca o tornar a achá-Lo, e reconquistar a paz que perdemos.” (O Desejado de Todas as Nações, p. 83)
Será que temos feito como José e Maria? Será que temos perdido Jesus de vista? Essa me parece ser a razão pela qual saímos dos cultos sem sermos transformados. Essa me parece ser a razão pela qual ouvimos sermão após sermão, e não atendemos verdadeiramente aos apelos de Deus!
“Em nossas relações uns com os outros, devemos estar atentos para não perder a Jesus, continuando o caminho sem nos advertir de que Ele não Se acha conosco. Quando nos absorvemos em coisas mundanas, de maneira que não temos um pensamento para Aquele em quem se concentra nossa esperança de vida eterna, separamo-nos de Jesus e dos anjos celestiais. Esses santos seres não podem permanecer onde a presença do Salvador não é desejada, e Sua ausência não é sentida. Eis porque tantas vezes se faz sentir o desânimo entre os professos seguidores de Cristo. Muitos assistem a cultos e são refrigerados e confortados pela Palavra de Deus; mas, devido à negligência da meditação, vigilância e orações, perdem a bênção, sentindo-se mais vazios do que antes de a receberem. Sentem frequentemente que Deus os tem tratado duramente. Não vêem que a falta está com eles mesmos. Separando-se de Jesus, afugentaram a luz da Sua presença.” (O Desejado de Todas as Nações, p. 83)
Queridos! O meu sincero desejo é que nossa vida seja transformada pela contemplação de Cristo. Que possamos manter nosso olhar fixo em Jesus, pois é Ele quem nos transforma, é Ele quem dá sentido à adoração!


Karyne M. Lira Correia (via Mulher Adventista)

16 dicas práticas para enfrentar as dificuldades da vida cristã


"Vigiai, estai firmes na fé, portai-vos varonilmente e fortalecei-vos." (1 Coríntios 16:13 ARC)

Gostaria de fazer hoje algumas sugestões para sua vida espiritual, com aplicações práticas, e ao mesmo tempo convidar você a pensar nelas seriamente. A vida cristã não é nenhum piquenique. Os cristãos devem ter consciência disso e se portar de forma adulta diante das dificuldades.

1. Seu tamanho será avaliado pelo tamanho do obstáculo capaz de desencorajá-lo.

2. Planeje com antecedência. Um grande problema para os cristãos é que, em geral, eles deixam para tomar decisões espirituais no momento das crises e da tentação. Isso significa que, na maioria das vezes, já será muito tarde.

3. Apenas quando você se esquecer de si é que poderá realizar o que realmente será valioso e o fará ser lembrado. Jesus inverteu a pirâmide do poder, indicando que os verdadeiramente grandes são os que servem.

4. Não viva para impressionar. Busque influenciar: esse é o segredo das vidas úteis.

5. Muitos que planejam buscar a Deus às 11h morrem às 10h30. Portanto, tenha senso de urgência nas questões espirituais.

6. Não ore por fardos leves. Peça a Deus ombros fortes.

7. Infinitamente melhor que conhecer fatos sobre Deus é conhecê-Lo pessoalmente. Jesus chegou a dizer que esse é o princípio da vida eterna (Jo 17:3).

8. Experiência não é o que acontece com você, mas o uso que você faz daquilo que acontece com você.

9. Quando você estiver na direção errada, lembre-se: Deus permite retorno em qualquer ponto da estrada.

10. Para ouvir a voz de Deus, diminua o volume do mundo ao seu redor.

11. Mantenha a cabeça e o coração na direção certa, e você não terá que se preocupar com os pés.

12. Se você não evitar as iscas do diabo, terminará no anzol dele. Assim, aprenda a ver o tentador por trás das tentações.

13. Quando você tiver a “impressão” de que já sabe tudo, lembre-se de que isso é apenas impressão.

14. Quando Deus lhe parecer distante, pergunte-se: Quem se afastou?

15. Será difícil tropeçar se você se mantiver de joelhos.

16. Deus lhe dá oportunidades; o sucesso depende do uso que você faz delas.

Amin A. Rodor (Meditações Diárias: Encontros com Deus, p. 179)
"Todos nós temos provações, pesares para suportar e tentações difíceis de resistir. Não conte para simples mortais suas dificuldades; leve-as a Deus em oração. Estabeleça como regra nunca pronunciar uma só palavra de dúvida ou desânimo. Você pode fazer muito para iluminar a vida de outros e fortalecer seus esforços através de palavras de esperança e de santo entusiasmo." (Ellen G. White – Caminho à Cristo, p. 75)

Quem nunca ouviu falar de Jesus poderá ser salvo?


Os cristãos respondem de maneiras diferentes a essa pergunta. Apresentarei algumas reflexões que me ajudaram a tirar minhas próprias conclusões. Para tanto, examinarei algumas provas bíblicas e farei observações de natureza teológica.

1. A salvação por meio de Cristo e da missão
Alguns cristãos negam que possa haver salvação separada do conhecimento de Cristo, o que poderia ser chamado de resposta exclusivista. Certas passagens bíblicas parecem apoiar esse ponto de vista. Por exemplo, Jesus disse: “Esta é a vida eterna: que Te conheçam, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (João 17:3). Pedro reafirmou essa convicção: “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do Céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4:12). De fato, a comissão do evangelho requer que o conhecimento da salvação, por meio de Cristo, seja proclamado a todas as pessoas (Mateus 28:18-20; conforme Apocalipse 14:6-12). Salvação requer fé em Jesus (Romanos 1:16; 10:9; Atos 16:30-34). A morte redentora de Jesus e a reivindicação exclusiva de que salvação só é possível por meio dEle é o alicerce da missão da igreja. Foi isso que o Senhor ordenou que fizéssemos, e nós, em humilde submissão a Ele, vamos e cumprimos a missão.

2. A missão continua sendo a missão de Deus
Outro aspecto desta questão é: A missão não teve início na igreja, mas em Deus e continua sendo dEle. Ele a iniciou enviando Seu Filho como nosso Salvador (João 3:16). Cada aspecto do ministério de Jesus foi o cumprimento da missão salvadora de Deus para a raça caída. No fim de Seu ministério, Jesus disse ao Pai que havia completado “a obra que Me deste para fazer” (João 17:4). O Espírito está pessoalmente envolvido na missão divina. Jesus estava cheio do Espírito no cumprimento de Sua missão (Isaías 11:1-5; Mateus 3:16-17). A própria igreja foi capacitada pelo Espírito para cumprir sua missão (Atos 1:8). A profunda ligação entre a igreja e o Espírito indica que, embora a igreja tenha sido estabelecida para a missão, a missão é de Deus. É cumprida pelo Espírito por meio da igreja. O Espírito, de acordo com o desígnio divino, usa os fiéis para realizar a missão de Deus.

3. A missão e o Espírito 
O que Deus faria se não houvesse cristãos? Proponho que o Espírito continue a ser responsável pela realização da missão. Quando a visão expressa do povo de Deus não é acessível em alguma região do mundo, seja por questões políticas, religiosas ou quaisquer outras, a missão salvadora de Deus para o mundo não é desativada. Deus “deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade” (1 Timóteo 2:4). Encontramos um bom exemplo disso na experiência de Cornélio, gentio que temia a Deus, mas que não dispunha de um cristão para ensiná-lo. Nessa situação, o Senhor falou diretamente com ele, em visão, e o guiou a Pedro (Atos 10:1-10). Deus não ficou sem testemunhas entre as nações que vivem em trevas espirituais. De tempos em tempos, Ele levanta profetas entre eles e a luz divina os alcança (conforme Números 24:2). Jesus, por meio do Espírito, continua a ser “a verdadeira luz que ilumina todos os homens” (João 1:9). Isso sugere que os não-cristãos que estão longe do contato com o povo de Deus, quando tocados pelo Espírito, sinceramente anseiam por algo melhor (conforme Tiago 1:17). Eles podem experimentar o poder salvador de Deus na mente e no caráter. Seu conhecimento pode ser extremamente limitado, mas eles foram transformados pela graça de Cristo em seu coração e, sem saber de Jesus, foram abençoados por Sua graça salvadora.

Essa obra do Espírito não legitima religiões não cristãs ou permite pluralismo religioso. Certamente, em Seu trabalho, o Espírito pode usar fragmentos da verdade que possa haver em qualquer religião; mas Ele não está preso a tais elementos. A graça é concedida por Cristo às pessoas por meio do Espírito. No entanto, essa obra do Espírito não torna o testemunho irrelevante. Pelo contrário, a obra do Espírito Santo prepara o caminho para que a igreja cumpra sua missão mais efetivamente.


Angel Manuel Rodríguez (via Revista Adventist World)

Nota: Uma pesquisa recente concluiu que aproximadamente 3,16 bilhões de pessoas nos dias atuais ainda não ouviram falar de Jesus Cristo. O levantamento foi feito pela organização cristã Joshua Project, que se dedica a identificar e mapear os grupos étnicos que mais precisam de atenção das agências missionárias. Em termos de percentual, esse número é quase metade da população atual do planeta: 42,2%. E o pior cenário de difusão da mensagem do Evangelho é a Ásia, onde cerca de 60% dos habitantes nunca ouviram falar de Jesus.

A Bíblia previu com exatidão o tempo difícil em que vivemos

O cartunista argentino Joaquín Tejón, mais conhecido como Quino, criador da famosa personagem de tirinhas Mafalda, produziu uma sequência de cartuns que define muito bem os valores de nossa época. Preocupado em ensinar ao filho, ainda de chupeta, como a vida é, o pai aponta para o carro e diz: “Isso se chama pernas”. Mostra o computador e afirma: “Isso se chama cérebro”. O celular é chamado de “contato humano”. Um programa de televisão imoral recebe o nome de “cultura”. No espelho, a criança vê o “próximo” a quem deve amar. Na lata do lixo estão os ideais, a moral e a honestidade. Por fim, uma nota de dinheiro é apresentada como “Deus”!

Em sentido filosófico, valor tem que ver com a importância que atribuímos às coisas. E os valores que adotamos motivam nossas escolhas e ações. A sociedade vive uma crise moral. Valores como solidariedade, bondade, verdade e lealdade têm perdido lugar para seus opostos. A justiça, imparcialidade e integridade têm sido dribladas pelo “jeitinho brasileiro”. E a santidade, pureza e reverência têm sido suplantadas por desregramento e profanidade. Somem-se a isso a desconstrução e a perda da noção de pecado. O resultado? Pessoas insensíveis ao sofrimento alheio, aumento galopante da criminalidade, corrupção generalizada, famílias disfuncionais, uma geração sem limites e uma filosofia de vida “vale tudo”.

Onde vamos parar? Talvez seja mais importante perguntar onde já chegamos. Há quase vinte séculos, o apóstolo Paulo previu com precisão cirúrgica o tempo difícil em que vivemos. Os seres humanos seriam “egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder” (2Tm 3:2-5, NVI).

E qual é a raiz do problema? Os princípios; ou melhor, a falta deles! Apesar de haver várias definições que diferenciam valor de princípio, gosto de pensar nos princípios como sendo leis de caráter universal e atemporal, que não dependem de tempo nem de lugar. Além disso, os princípios são objetivos, existem independentemente da minha vontade ou opinião. As leis de Deus e da Física (que também são de origem divina) são bons exemplos de princípios.

Por outro lado, os valores têm um caráter mais subjetivo, interior. Embora geralmente haja uma opinião comum sobre eles, cada pessoa determina o que tem ou não tem importância para si. Por esse motivo, os mesmos valores podem ser interpretados de maneiras diversas por diferentes indivíduos. Há pessoas, por exemplo, que não se consideram menos honestas por sonegar impostos ou deixar de restituir o troco devolvido a mais pelo caixa do supermercado.

É aqui que entra a importância dos princípios bíblicos. Enquanto a ética situacional e relativista, típica do nosso tempo, deixa as pessoas livres para fabricar seu próprio repertório de valores, a ética da Bíblia, com base nos mandamentos imutáveis de Deus, fornece um conjunto de princípios e valores invariáveis que refletem a natureza daquele que é eterno e onipresente – sem limites de tempo e geografia.

No entanto, a motivação mais importante para o cultivo de bons valores é o caráter de Deus. A consciência de um Ser supremo que personifica, ao mesmo tempo, o amor e a justiça serve como constante lembrete de nossa obrigação moral. Ellen White escreveu: 
“Aqueles que têm fé genuína em Cristo serão sóbrios, lembrando-se de que os olhos de Deus estão sobre eles, que o Juiz de todos os homens está pesando os valores morais e que os seres celestiais estão esperando para ver que tipo de caráter está sendo desenvolvido.” (Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, p. 223)

Eduardo Rueda (via Revista Adventista)

TV Novo Tempo deixa grade da SKY em agosto


Jacareí, SP … [ASN] A TV Novo Tempo deixará de ser vista na operadora de TV por assinatura SKY a partir do dia 27 de agosto deste ano. O contrato foi finalizado entre as partes e a programação do canal da Igreja Adventista do Sétimo Dia poderá ser vista, até essa data, pelo número 165, e não mais pelo 14. Hoje, portanto, a Novo Tempo não ocupa mais o canal de número 14 da SKY, que está com outra emissora.
Leia também:
O diretor da Rede Novo Tempo de Comunicação, Antônio Tostes, lembra que a TV Novo Tempo está em mais de 500 cidades em canal aberto no Brasil, incluindo 19 capitais do País. Para saber de cada uma destas cidades e seus respectivos canais, basta acessar o site.
A emissora continuará transmitindo sua programação normalmente por meio das antenas parabólicas, pela NET – nos canais 184 ou 684, pela operadora Claro – nos canais 184 ou 684, e pela operadora OI, no canal 214. Ela informa, ainda, que continua a trabalhar para ampliar o alcance do seu sinal e oferecer cada vez mais qualidade. E que segue com investimentos, também, na produção de novos conteúdos cristãos. 

[Equipe ASN, da redação]

Mulher Maravilha, Superman e os paralelos com Jesus Cristo


Que a história do Superman é um verdadeiro plágio da de Jesus Cristo chega a ser óbvio (confira). O garoto é enviado à Terra por seus verdadeiros pais (“deuses” kryptonianos), acaba adotado por pais humanos e inicia seu “ministério” público aos 33 anos, sendo considerado o salvador da humanidade. Depois, em uma luta contra um inimigo chamado Apocalipse, ele morre para ressuscitar no terceiro dia (pelo menos em uma história em quadrinhos foi assim). 

Pelo visto, imitar as grandes histórias da Bíblia é o segredo do sucesso garantido – pois elas pertencem ao ideário geral ­– e é garantia de acaloradas discussões a respeito do que essas paródias realmente fazem: (1) se confundem a cabeça das pessoas e impõem deuses substitutos ou (2) se as fazem pensar no relato original do qual derivaram. Como o conhecimento bíblico de modo geral está cada vez mais “rarefeito”, inclino-me a pensar que a alternativa 1 seja a predominante.

Outra personagem dos quadrinhos que tem a história claramente inspirada em Jesus é a Mulher Maravilha. Na verdade, a história dela se parece muito com a do Superman. A amazona Diana é filha do deus grego Zeus e de uma amazona terráquea. A missão da guerreira consiste em deixar o paraíso, derrotar o mal (encarnado no deus Ares) e salvar a humanidade (o mundo dos homens). Diana e Kal-el (o Superman) servem de ponte entre dois mundos e procuram ajudar os terráqueos a encontrar a paz. Assim como em “Man of Steel”, o Superman se lança ao espaço em direção à Terra com os braços abertos, em seu filme, Diana desce lentamente do céu com os braços igualmente abertos, formando uma cruz. (A propósito, Thor também parodia Jesus. Confira.)

Em uma sociedade cada vez mais secularizada, os deuses e o desejo de salvação continuam por aqui. Isso porque fomos criados para crer e sabemos intuitivamente que estamos perdidos. O problema é que os substitutos não salvam, apenas entretêm.


Michelson Borges (via Criacionismo)

CUIDADO! PÚLPITO, MICROFONE E BÍBLIA NÃO SÃO ARMAS DE DESABAFO!

desabafo do grito
TODOS NÓS QUE TEMOS OPORTUNIDADES NA IGREJA TEMOS QUE TER UM CUIDA REDOBRADO DE COMO USAMOS ESTES TRÊS INSTRUMENTO NO TEMPLO DO SENHOR CONSAGRADOS PARA EXALTAR UNICAMENTE A DEUS, O PÚLPITO, O MICROFONE E A BÍBLIA POIS ESTES NÃO SÃO ARMAS PARA TENTARMOS ATINGIR NOSSOS INIMIGOS OU DESAFETOS.


A palavra púlpito vem do latim pulpitum, que traduzindo significa palco, estrado. Local de onde fala um orador, geralmente dentro de um templo religioso. Praticamente, todas as igrejas (protestantes ou não), se utilizam desse móvel, colocando-o no centro da plataforma, geralmente elevada, talvez para trazer a conotação de autoridade e centralidade. Dali, pregadores costumam se dirigir à congregação para expor suas pregações, preleções, homilias, doutrinas, ministrações, depois das leituras das Sagradas Escrituras, a Bíblia. 

Mas infelizmente, pastores e outros líderes estão usando esse espaço físico (o púlpito) e o precioso tempo de que dispõem para outras (in)utilidades, roubando, muitas vezes, a única oportunidade da semana que têm com seus ouvintes (as ovelhas). Vejamos o quê o púlpito não é: 

1 – Púlpito não é lugar de autocomiseração, onde o “pregador” fala de suas lamúrias buscando sensibilizar os ouvintes das suas “coitadices”. Isso é reclamação, nunca deve ser visto como pregação.

2 – Púlpito não é palco de stand up comedy, onde se conta anedotas, piadas e estórias engraçadas, buscando arrancar risos da “platéia”. Isso é não é estar sob a graça, é ser engraçado.

3 – Púlpito não é divã de analista, onde pregadores tentam aliviar sua frustrações diárias com seus “desabafos” pessoais à Igreja. Isso não é apascentar, mas “apausentar” ovelhas (dá paulada).

4 – Púlpito não é tribunal de júri, onde líderes procuram se defender, tentando mostrar  “a transparência” das suas ações.  Isso é falsidade maquiada de santidade.

5 – Púlpito não é lugar da “mensagem de carapuça” (mensagem que soa como uma crítica, como feita de encomenda), quando se tenta solucionar os problemas dos membros da congregação através de pregações dirigidas indiretamente. Isso é pastoreio à distância.

6 – Púlpito não é lugar de fofocas, onde se expõem confidências de gabinetes pastorais e de conversas pessoais com a membresia. Isso é assédio moral.

7 – Púlpito não é palanque político, onde candidatos têm neles, suas tribunas para referendarem e promoverem suas campanhas. Isso é trocar o sagrado pelo comum.

8 – Púlpito não é balcão de SPC, onde se expõe e se cobra as ”dívidas” dos fieis. Isso é afronta pessoal, não cuidado pastoral.

9 – Púlpito não é mesa de barganha financeira, onde “tentam” negociar com Deus dízimos, ofertas e contribuição afins. Isso é pressão psicológica, não exposição teológica.

10 – Púlpito não é lugar para palestras motivacionais ou de autoajuda, onde os ouvintes buscam ouvir o que desejam. Isso é alimentar o povo com “fast food” e não com alimento sólido.


                            WAGNER ANTONIO (SP)

Os pregadores não têm se portado à altura do ofício divino da pregação bíblica. Logo, por força dessa falta de valores as congregações têm perdido sua identidade cristã, tornando-se auditório comum e secular.

Gostaria de destacar 8 valores que certamente deveriam estar presentes nos púlpitos cristãos, princípios que fariam com que a pregação fosse muito mais relevante, eficaz e qualificada. Há muitas outras razões, mas o espaço não nos permite desenvolvê-las.

Fiquemos apenas com estes, abaixo citados:

2) Sermões devem ser cristocêntricos - O tema de uma pregação não deve ser "matar um leão por dia", "vencendo o monstro da depressão", mas sim a pessoa de Deus e Sua imensa graça. Para ouvir mensagens de auto-ajuda nós buscamos palestras ou compramos livros; púlpitos de igrejas devem falar de Deus, de Cristo, do Espírito Santo, da graça, da alma, da vida eterna, e não de efemeridades meramente psicológicas. "Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus. "(1Co 1:24)

3) Pregadores devem ter postura - Está em voga o abandono da gravata e tudo o que lembre formalismo. Então vemos nos púlpitos pregadores que buscam não se parecer com pregadores. Uns vão com camisas de times de futebol, outros com roupas de piquenique, outros ainda nem sequer se preparam. Quem sofre é o púlpito, que vira algo irrelevante e desprezível.

Assim como se espera um governo digno e elegante, ou um médico e
bombeiro bem fardados, também se espera que o pregador poste-se digna e solenemente no exercício da pregação da Palavra de Deus. Elegância, simplicidade, humildade: quesitos que valorizam o púlpito.

4) As mensagens devem ter linguagem sadia - Que tristeza ver um pregador que não sabe falar português! Que incômodo ouvirmos mensagens cheias de gírias e palavras deselegantes! Um bom sermão deve ser simples, de linguagem clara e compreensível, sem ser inadequada, inconveniente, deselegante. O pregador deve ser correto no uso da linguagem. "Linguagem sã e irrepreensível, para que o adversário se envergonhe, não tendo nenhum mal que dizer de nós." (Tt 2:8)

5) Pregadores não devem obrigar o auditório a interagir - Que
deselegância e inconveniência a atitude de pregadores que, por falta do que dizer, interrompem o sermão e determinam: "vire pro seu irmão ao lado e diga...". Isso é mediocridade e falta de argumento. Cristo nunca usou desse artifício barato. A resposta ao sermão deve vir da alma que se propõe a praticar o que aprende, não de um auditório adolescente que entra num jogo de falar e escutar. Quem prega a Bíblia com conteúdo não precisa dessa banalidade. "Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina." (2Tm 4:2)

6) Púlpito não é lugar para política - Há sermões que descem do Céu para tomarem as bandeiras das lutas sociais. Transformam o auditório bíblico em palanque de lutas partidárias ou ideológicas. Quando não, em época de eleições, cedem seus púlpitos para que políticos dêem seus recados. Isso é adultério espiritual. Para os políticos existem as tribunas. Para os pregadores os púlpitos. Política cuida do Reino do Mundo; Igreja cuida do Reino de Deus. "E Jesus, respondendo, disse-lhes: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. E maravilharam-se dele." (Mc 12:17)

7) O púlpito deve ser o terminal de um processo, não o início -
Pregadores que não se preparam, que não oram, que não organizam suas idéias antes da pregação geralmente oferecerão muito pouco e suas mensagens não seguirão por dez minutos depois de seu término. Sermões eficazes começam de joelhos. Boas pregações são pensadas por longo tempo. São fruto de pesquisa, de estudo, de erudição, de preparo, mas, principalmente, da graça do Senhor sobre a vida de quem prega sob Sua direção. "Persiste em ler, exortar e ensinar, " (1Tm 4:13)

8) O púlpito não deve ser tribuna de auto-promoção - Há mensagens que não passam de bajulação disfarçada ou de egolatria exacerbada. Prega-se o homem, não a Cristo. Prega-se o servo, não o Senhor. Prega-se a obra de Deus, não o Deus da obra. Sermões desse tipo poderiam ter como hino o que diz: "Sim, há de ser GLÓRIA PRA MIM, GLÓRIA PRA MIM, GLÓRIA PRA MIM".Um sermão bíblico aponta para outro caminho: o caminho da glória divina e da incapacidade humana; aponta para a honra a Cristo e a submissão do pecador. Qualquer coisa diferente disso é jactância mundana, não pregação bíblica: "É necessário que Cristo cresça e que eu diminua." (Jo 3:30) Espero sinceramente que os nossos púlpitos melhorem em qualidade.Um bom púlpito pode transformar uma igreja. Um sermão qualificado em um pregador capaz pode ser a fagulha que acende um reavivamento na Obra do Senhor. Que sejamos pregadores fiéis em nome de Jesus. Amém.

Fonte: http://jardimgospelcompartilhe.blogspot.com.br